O DRAMA DE MULLER




“Gastei com mulheres, com carros e etc. gastei com vaidades pessoais. Gastei dinheiro com amigos, entre aspas. Amigos de ocasião. Por eu ser uma pessoa generosa, muita gente se aproveitou mesmo de mim”, Müller confessou ao jornal Marca Brasil. 

Noutro trecho, ao Clic Esportes, declarou: "Mas graças a Deus nunca usei drogas, nunca fumei nem mesmo um cigarro."

A primeira vez que ouvi falar de Müller, eu tinha, sei lá, uns oito anos. ele jogava no São Paulo. Disputou as Copas de 86 e 90. Em 94, foi reserva.

Nunca fui fã de seu futebol, não sei exatamente o porquê, mas como comentarista, até que ele foi bem.

Lembro quando ele disse que o técnico Emerson Leão era mais completo do que Vanderlei Luxemburgo. Quando teve a oportunidade, Luxemburgo cobrou do ex-jogador tal comentário, no melhor estilo "você sempre disse que era eu e agora não sou mais??? Como? Como??". Foi bem hilário.

Mas misteriosamente [ao menos pra mim] ele deixou de ser comentarista esportivo e virou pastor evangélico - Müller era um dos atletas de Cristo nos anos 80 e 90.

A empreitada também não deu certo.

Hoje, Müller está empregado novamente. Tem dois empregos: numa rádio e no SporTV. Agora sim, sua ex-esposa vai ligar duzentas vezes pra ele.

Se eu fosse Müller trocava o número do celular.

Brincadeira.

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