NADA COMO ACORDAR CEDO

...no Dia do Quadrinho Nacional.

Pois é. Mais um dia especial. Você sente no ar. As pessoas ficam mais amáveis, se cumprimentam, distribuem sorrisos e abraços.

Amanhã, tudo volta ao normal.

Parece Natal, mas não é. É o Dia do Quadrinho Brasileiro.

Você acha que o nosso mercado de quadrinhos vai bem? Entra numa banca e encontra revistas brasileiras, produzidas por brasileiros? As tiragens desses álbuns são satisfatórias? E as vendas?

Você enxerga um mercado de quadrinhos nacionais, no Brasil? Uma indústria? Um comércio forte?

Eu não quero ser um crítico do que está saindo por aí, porque acho que há materiais legais sendo editados. E vão além do óbvio "Turma da Mônica".

Tem a Apache, do Tony Fernandes, sob o selo da Editora As Américas. E tem a Turma do Xaxado e do Senninha, pela HQM. Ainda há os álbuns do Danilo Beyruth, do Laudo, do André Diniz, com incentivos governamentais.

Mas ainda é bem pouco. Quem desses consegue viver de quadrinhos? Consegue pagar suas contas, viver tranquilamente, profissionalmente, única e exclusivamente dessa mídia?

Aliás, você vê alguma propaganda em relação à Apache? Procure na net. E a revista já está às portas da quinta edição. Não é estranho?

Se você obtiver as respostas a todas essas perguntas, mande pra gente. Há os comentários abaixo e também os tweets e os curtas ali acima. Clica lá se gostou.

Abraço!

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