DICESAR COZINHA RABADA NO PUXADINHO

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Você já percebeu como as pessoas estão ficando iguais? Iguais no formato, no jeitão de se expressar.

Todo mundo hoje em dia é cool e festador[a]. Só não fuma mais porque isso é anticool – na verdade ainda é cool e todo mundo ainda fuma, mas entre cool e políticamente correto, preferem o segundo. Não pega mal.

Digo isso porque acho interessante quando alguém aparece fumando. Isso é meio que contracultura hoje em dia. Como Sigourney Weaver fez em Avatar.
Tenho um amigo que diz que vai parar de beber e fumar com 25 anos. Hoje, ele tem 22 – no final do mês faz 23.

Eu estou considerando a hipótese de começar a fumar com 35.

Ora, se há pessoas que começaram a prática com onze, doze anos e ainda estão vivas com 50, 60, então minhas chances de sobreviver por uns bons 35 anos são grandes.

Aliás, outra coisa complicada para se pensar em termos de “mal” é o álcool.

Sim, temos o açúcar também. Que é bem doloroso. A diabetes está aí para não me deixar mentir sozinho. Esses dias vi no telejornal que o ideal é absorvermos apenas uma colher de açúcar por dia. Isso é bem difícil. Eu particularmente tomo umas doze xícaras de café diariamente. Isso dá bem mais que uma colher de açúcar.

Mas voltando ao álcool, há um ano, tomei o maior porre de minha vida. A festa começou às 19:30h e quando eram 22h, eu já estava bêbado. E continuei tomando até às cinco da madrugada. Misturei vodca com tudo, inclusive com nada e bebi pura mesmo. Foi difícil. Era aniversário de meu amigo, Anderson Cossa. E ele não deve ter uma boa lembrança dessa noite.

Mas pra mim foi legal porque cheguei à festa como um anônimo e saí dela como o cara mais conhecido. Nos dias que se seguiram, meus amigos no Orkut aumentaram e ao encontrar qualquer um daquela noite, logo abriam um sorriso pra mim.

Mas não faço mais isso. Quando cheguei em casa, confundi o pé da cama com o vaso sanitário e urinei tudo o que tinha, molhando todo, inclusive lençóis, edredons e por aí vai.

Me lembrei disso porque li uma notícia a respeito do Big Brother. Dizem que eles aprontam muitas coisas em noite de festa porque esquecem-se de comer e partem pra cima da bebida.

Logo, estão todos loucos e sujeitos a aprontarem de tudo.

Para o bem do telespectador que aguarda avidamente por um agito.
Mesmo que seja na tela.

[*] sim, o título do post foi proposital. Fui até a página do Big Brother e procurei por algo relacionado à Tessália; mas encontei um mais interessante.

Comentários

Anderson Cossa disse…
Ahahahha! Mas rimos muito naquela noite.

Tudo que querem é que nós fiquemos como uma máquina. Viver muito e sem problemas. É uma coisa boa. Nada de riscos e etc... Mas até onde sei, nós vivemos uma vez só. E viver já é correr riscos.

Já inventaram até uma ração humana!!!!

Bléarg!

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